Olho para um muro e vejo além
Vejo graça, vejo flores, desejo...
O olho do espelho só me mostra quem quero
Não o que sou
Um muro.
Do outro lado, quem serei?
Com flores, tijolos ou espinhos
Preciso ser, quero chegar
Sem ter que dar socos e pontapés para ultrapassar, ultra-trapassear
O olho da alma, da luz, da vida, mente, sente...
Gente...
Olha! Que farça!
Disfarça!
Eu sou, eu quero, já fui...
Sou espelho
Que olha, que mente
Que finge ou sente, descrente
Que no muro há flores e espinhos demais
E que para pula-lo é necessário olhar
Para não me machucar...
Vou calar
Fechar os olhos e não mais chorar
Nos espinhos mesmo que sangrar
Sem nenhuma lágrima derramar
Vou pular
Ultrapassar
E que,só, depois do muro
Mesmo com tijolos ou espinhos
Das flores o perfume que exalar
Experimentar.
Vejo graça, vejo flores, desejo...
O olho do espelho só me mostra quem quero
Não o que sou
Um muro.
Do outro lado, quem serei?
Com flores, tijolos ou espinhos
Preciso ser, quero chegar
Sem ter que dar socos e pontapés para ultrapassar, ultra-trapassear
O olho da alma, da luz, da vida, mente, sente...
Gente...
Olha! Que farça!
Disfarça!
Eu sou, eu quero, já fui...
Sou espelho
Que olha, que mente
Que finge ou sente, descrente
Que no muro há flores e espinhos demais
E que para pula-lo é necessário olhar
Para não me machucar...
Vou calar
Fechar os olhos e não mais chorar
Nos espinhos mesmo que sangrar
Sem nenhuma lágrima derramar
Vou pular
Ultrapassar
E que,só, depois do muro
Mesmo com tijolos ou espinhos
Das flores o perfume que exalar
Experimentar.
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