sábado, 13 de outubro de 2007

Café da manhã


Café da manhã com direito a adoleta( na versão faroeste caboclos ).

Foto da Festa surpresa da Ivy


É muito bom poder falar a verdade entre amigos, sem medo de sermos julgados ou sentenciados por nossos atos, são os nossos amigos que nos entendem e não fazem diferença daquilo que somos e pensamos. É muito bom lembrar daquilo que passou sem ter mudado nada !!!!
Adoro vocês !!!
Descendo ( Eu , Luize, Patricia e Ivana )

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Já foi


Amigos...
Upload feito originalmente por vinnie_brian
Alguns momentos na vida nos proporcionam reflexão, pensamos em tudo que já passamos, e imaginamos o que mais será que pode nos acontecer, sabemos que o que passou “já era”, não há nada que se possa fazer, lamentar, reclamar, tentar explicar é o que nos resta, mas ainda assim não fica claro o porquê. Pensamos diversas vezes se o que fizemos, o fizemos sem muita reflexão, paramos e visualizamos tudo quanto foi engraçado, triste, o que era digno de se arrepender, pensamos em tudo que falamos, e poderia não ser dito, em tudo que ficou engasgado e não saiu do pensamento...
As vezes pensamos em voltar atrás e fazer tudo de novo, porque nosso perfeccionismo não nos deixa ver o que ficou no passado, de maneira correta. O que não conseguimos enxergar é que tudo foi feito com um sentimento novo, que se apresentava nesses momentos, que surgiam a nossa frente, tudo era mágico, cada descoberta, cada mundo, todos eles intensos demais para que fossem negados, e não nos damos conta que essas mesmas sensações nos pegam desprevenidos a toda hora, em que não sabemos como agir ante a uma nova experiência.
É muito difícil identificar na hora em que as decisões se poem diante de nossos olhos, quais serão as que terão maior importância em nossa vida, avaliar o que poderá nos ocorrer quando brigamos com nosso melhor amigo por algo mau resolvido internamente, ou até mesmo por algo q poderia ser resolvido em uma conversa franca, pois se somos amigos o que existe que não possa ser dito?
Verificando o passado e especulando o futuro, identificamos que só mesmo nos resta o presente, que realmente nos pode ser um presente, se dele não nos arrependemos no futuro, ou lamentamos quando se vai, e só nos restam as lembranças, e são dessas lembranças que poderemos retirar, para os que virão após, sem negligenciar o que foi bom e o que foi ruim, pois as vezes o caminho errado que pegamos, é o mais proveitoso, porque aprendemos a lidar com as nossa mais intimas e humanas emoções.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Doer?Querer?Fazer?

Se dói, por que quero?
Se quero, por que não faço?
Se não faço, dói?
Se dói é por que quero
Ou por que faço?
Se não faço é por que dói
Ou por que quero?

Mentiras

Olho para um muro e vejo além
Vejo graça, vejo flores, desejo...
O olho do espelho só me mostra quem quero
Não o que sou
Um muro.
Do outro lado, quem serei?
Com flores, tijolos ou espinhos
Preciso ser, quero chegar
Sem ter que dar socos e pontapés para ultrapassar, ultra-trapassear
O olho da alma, da luz, da vida, mente, sente...
Gente...
Olha! Que farça!
Disfarça!
Eu sou, eu quero, já fui...
Sou espelho
Que olha, que mente
Que finge ou sente, descrente
Que no muro há flores e espinhos demais
E que para pula-lo é necessário olhar
Para não me machucar...
Vou calar
Fechar os olhos e não mais chorar
Nos espinhos mesmo que sangrar
Sem nenhuma lágrima derramar
Vou pular
Ultrapassar
E que,só, depois do muro
Mesmo com tijolos ou espinhos
Das flores o perfume que exalar
Experimentar.

Eu e Fabio



"when the sun shines, we'll shine together


told you I'll be here forever
said I'll always be your friend
took a oath I'ma stick it out til the end til the end
now it's raining more than ever
know that we still have each other
you can stay under my umbrella"

Que estranho fim é o nosso!


Estranho. Não digo triste, por não ser algo pavoroso como uma guerra ou um cataclisma, dor ou até mesmo muito sofrimento...digo isso porque é difícil compreender um fim para tudo, tentamos fazer tudo contra isso, e hoje em dia mais que nunca, plásticas, remédios, poções milagrosas, inventamos contos, fábulas sobre medo de crescer, viver eternamente como uma criança...Difícil mesmo é aceitar essa realidade. Por que? Será o medo do desconhecido? Não saber o que se espera do outro lado do túnel? Serão virgens? Serão ruas de ouro, rios de água cristalina, angústia, agonia e eterna dor, ou viver eternamente com a angústia de ser tudo perfeito, imútavel?
Não sei se foram os nossos medos que criaram essas realidades fantasiosas ou se essas realidades que nos fizeram temer o depois, o fim, o fechar de olhos e o dinheiro para o barqueiro,sei que elas existem e se confundem entre nós, pobres, fracos, tristes mortais, sem super-força ou poderes extraterrenos, que nos façam vencer ou transpor essa finalidade que é crescer, reproduzir e morrer. O que seria crescer entre esses seres tão vulneráveis? Seria crescer o passar dos anos, o adquirir prestígio, o evoluir, o mudar de mente e descobrir realidades e brigar por elas como se não houvesse outra possibilidade de mundo? E reproduzir seria, se relacionar com alguém do sexo oposto para que dessa relação carnal, real, houvesse um ser tão parecido, tão cheio de características não físicas somente, mas de alguma maneira tão enraizadas seja genética ou influencial, que devam ser chamados de filhos? Seres mágicos, frutos que merecem uma consideração de se doar acima de qualquer coisa, acima de suas necessidades, acima de sentimentos, acima de qualquer reação contraria a própria existência, ou seria transformar, tornar algo tão seu, e reproduzir algo, idéias, fazer e acontecer mesmo, fazer nascer, não carnal mas idealmente, fazendo assim que outros possam também crescer?
Mas e o fim? O que seria? O terminar da existência real, o fim do que eu posso ver e tocar, se transformando ou mutando para algo imaginário, algo intocado, invisível, jamais relatado, por alguém que foi e voltou, seja na mesma, ou em outra vida que seja, para nos tirar essas dúvidas, nos tirar o medo dessa transitoriedade que é morrer, talvez não exista nada, ou nada que seja tão medonho, ou que deva ser alvo de tantas preocupações, ou de ideal merecimento por boas ações ou pacto com alguém. Talvez seja algo tão natural como o cair das folhas das árvores, que servem como adubo, para germinar as sementes que caem dos seus frutos vigorosos, que foram reproduzidos, que cresceram e desenvolvam-se, talvez devamos somente servir de adubo para que outra flor apareça no lugar, e viva se perguntando o porquê de começar e terminar sem uma explicação a que não seja a passagem por essa vida.
Será que existe um fim? Será ele triste? Serão coisas transcendentes a realidade?Será que somos alimento para gerações futuras, alimento emocional, alimento físico que se acaba após não ter mais o que dar, a não ser a própria existência, para que haja espaço onde crescer sem ter que disputar um lugar ao sol ou uma sombra confortável. Seria o fim a continuação de nós como perfeitos por aquilo que alcançamos, e reproduzimos? Seria a lembrança de quem fomos? Seria o nosso fim, o começo de algo maior, aqui mesmo entre os fracos e vulneráveis, e tão dispostos ao mesmo fim estranho e não explicado.